Articulações geossômase. Territorialidades, cidadanias e corporalidades na literatura latino-americana dos anos 1960: Levinson, Codina, e Plá

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Paula Daniela Bianchi

Resumo

Neste artigo, revisito algumas cenas literárias da década de 1960 que atravessam territorialidades, cidadanias e corporalidades articuladas a partir do conceito teórico de “geosoma” e que foram produzidas por tres escritoras latino-americanas: Luisa Mercedes Levinson, Iverna Codina e Josefina Plá. Nos romances e contos escolhidos para esta obra, exploro modos de habitar e ser habitado por territórios aninhados em zonas topográficas agrestes, ligados a condições climáticas inóspitas, e pelas emoções geradas pelo pertencimento e pelo direito de residir, juntamente com o deslocamento e o desenraizamento, fundamentais para essas ficções desenhadas entre fronteiras. As paisagens como dispositivos de abertura narrativa se fundem com as arquiteturas do ideal infernal amalgamadas aos espaços abertos, o que implica uma leitura que torce as áreas comuns das ficções que tensionam a quase impossível habitabilidade em Detrás del grito (1962) da escritora chilena Iverna Codina, “El abra” (1955) da argentina Luisa Mercedes Levinson, “La pierna de Severina” (1954) e “Sisé” (1958) da canário-paraguaia Josefina Plá.

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